sábado, 19 de novembro de 2011

Reflexões sobre 'O Cruzeirense'



Título: Reflexões sobre ‘O Cruzeirense’
Autor:  Anis* (Ana Ventura)
Data de criação:  06/02/2008 ~ 26/03/2011
Classificação:  PG-13
Resumo:  Como você muda sua forma de olhar pra uma pessoa depois de saber mais sobre ela? 


Nota: O texto em negrito foi escrito em 2008, no meio de um dia de aula. ‘O Cruzeirense’ é o título.  Em 2011, passeando pelos blogs da vida, encontrei um texto do Xxxxxxx, contando algumas coisas pelas quais ele passou, e a forma como foi criado… e isso me fez lembrar do poema, que eu peguei, e escrevi a reflexão. Ah! Sim, tem repetição pra caramba, mas assim ele fica gravado na cabeça. :va:  





O garoto do sorriso lindo, do olhar marcante. 
Será que ele ainda sorri daquele jeito?

O garoto que estressa com a vida todo dia. 
No fim, era a vida que teimava com ele. Foda. 

O garoto que escreve reflexões profundas e marcantes. 
E que agora continua escrevendo. Marcantes e sinceros Rap’s. 

O dono da inocência de criança. 
E com o tempo você vê que não é inocência. É acreditar nos valores, e ver o melhor que o mundo tem a oferecer. A inocência já se foi há tempos. 
           
O garoto com as vontades de um adulto. 
Com vontade de cuidar da própria vida, de cuidar daqueles que ama, e de ser amado também. 

O garoto que sempre vai soltar um "porra de vida".
Mas que nem por isso deixou de viver. Que continua batalhando pra seguir em frente, sempre. 

O garoto que sempre pega gripe. 
Gripe, vergão, depressão. Parece que tudo quer grudar no cara. Força, luta contra. 

O garoto que sempre chegava no colégio com o Lance!. 
E que, quando passou a não ir pr’aquele colégio deixou muita saudade.

O garoto... Aquele amigo! 
Que no fundo, não chegou a ser amigo, mas por quem eu tinha muito carinho. 

O cruzeirense. 
Que vestia a camisa do time, que ama o time. 

O Xxxxxxx. 
O cara sobre quem eu escrevi em 2008. Com quem eu quase não conversei, mas a quem eu sempre tive vontade de observar.
Ah Dinn, eu não consegui. Depois de ler o que você escreve, não consigo não pensar na vida, nas atitudes que tenho, nas que tive... Em tudo o que eu causei, o que fiz para outros.
Talvez nada tenha de relação com você, mas obrigado.
Obrigado por se manter firme aos seus próprios valores num mundo tão triste, tão conturbado. Numa situação de vida em que muitos não seguiriam pelo mesmo caminho.

É alguém de quem eu tenho orgulho. Mesmo sem ter contato, sem a coragem de retomar contato. 

Quem me dera


Título: Quem me dera
Autor: Anis* (Ana Ventura)
Data de criação: 12/08/2006
Resumo: Quem me dera… não sei. Sofri demais por amor.
Nota: Sabe aquelas coisas que você nem lembra mais em que situação foram escritas? Então, essa é uma delas… Só sei a data porque sempre coloquei data nos meus escritos. 



Quem me dera

Quem me dera não ter preocupações
Viver apenas pra nós dois,
Sem passar por complicações
E deixar os problemas pra depois..

Quem me dera poder te sentir
Poder te abraçar..
Pra minha vida então seguir,
Se com você eu continuar.

Quem me dera não mais sofrer..
Não mais chorar...
Não me entristecer..
E não mais me desapontar..

Quem me dera poder te contar..
Mas o que sentes por mim não é amor.
Tenho que me conformar..
Não guardarei rancor.

Quem me dera.. Não sei..
Sofri demais por amor..
Agora simplesmente me cansei
E tudo o que sinto é dor.

Lembra de mim?


Título: Lembra de mim? Autor:  Anis* (Ana Ventura)
Data de criação: 04/04/2011
Resumo: Eu tento não esquecê-la, e você? 

Nota: Pois é, estava eu na academia, esperando pra fazer minha avaliação física, quando deu um surto e eu comecei a escrever. Saiu isso… xD




Oi.
Você talvez não me conheça mas eu sempre tô aqui. Meu nome nem sempre é o mesmo, mas se eu te falar o que sou, você vai saber como eu chamo pra você. Muito prazer, eu sou a criança dentro de você.
Eu sei que às vezes você me ignora, me tranca no quarto e me deixa de castigo, mas eu sempre volto. E... tem gente que me esqueceu. A maioria das pessoas me esquece só depois de 20, 30 anos, mas nos dias de hoje tem gente me esquecendo antes do aniversário de duas mãos. Pior que isso, perderam minha irmã antes de mim! Ah é, não falei da minha irmã. O nome dela é Inocência, e ela sempre teve esse nome, apesar dos grandes chamarem ela de Ingenuidade às vezes. Mas isso é assunto pra outra conversa. Eu só queria pedir... por favor‼! Não esquece de mim, táááá? Eu não gosto de ficar naquele cantinho escuro onde você me jogou.

(III)


Título: Recortes
Autor: Anis* (Ana Ventura)
Data de Criação: 31/08/2006
Nota: Coisas que eu escrevi num começo de aula, e que olhando, hoje, ainda me orgulho. Eu realmente gostava de rimar. =)


(III)


Esqueça de mim
Mas não esqueça o que passou.
Continue sendo assim
Como no dia em que sonhou
Que tu eras de outra
E não mais me pertencia.
Não pense que fui contra...
Meu sentimento morria.
31/08/2006

(II)


Título: Recortes
Autor: Anis* (Ana Ventura)
Data de Criação: 31/08/2006
Nota: Coisas que eu escrevi num começo de aula, e que olhando, hoje, ainda me orgulho. Eu realmente gostava de rimar. =)


(II)

Chama-me de louca
E lágrimas irão correr.
Beija-me na boca
E não mais irei sofrer.

31/08/2006

(I)

Título: Recortes
Autor: Anis* (Ana Ventura)
Data de Criação: 31/08/2006
Nota: Coisas que eu escrevi num começo de aula, e que olhando, hoje, ainda me orgulho. Eu realmente gostava de rimar. =)


(I)

Se você soubesse as sensações que provoca em mim
Sempre sem nada dizer...
Mas estando tão próximo assim
Você faz meu corpo estremecer.
31/08/2006

Saudades DDN


Título: Saudades DDN
Autor:  Anis* (Ana Ventura)
Data de criação:   12/06/2006
Categoria:  [Projeto Pessoal [s] do Wateru, mas que eu resolvi fazer igual [/s] ] Minha História, Minhas Histórias, Poema&Poesia  Advertências: -X-
Classificação:  PG
Capítulos:  Um
Completa:  [x] Yes [ ] No
Resumo:  Um feliz dia dos namorados pra todos! Nota: E lá estava eu, solteira, num dia dos namorados inspirado… :va:  Ok, falando sério… Tá tosco, mas eu me divertia tanto escrevendo poeminhas. :hebe:



Feliz dia dos namorados
Para aqueles que estão acompanhados.
Aproveitem o dia,
A mais pura melodia.


Nossas vidas estranhas
Se contorcendo nas entranhas
De um mundo cruel
Mas onde existe o doce mel.


Uns lábios puros
Às vezes inseguros
São mais carinhosos
E muito menos manhosos


Do que aqueles,
Sim, os deles, 
Que são experientes
E mais “calientes”


Saudades dos puros
Nós juntos quebramos muros, 
Barreiras e a diferença.
Com uma só crença.


Amor escondido.
Amor retribuido
Amor em nossa mente.
Amor, simplesmente.

Dear Duds.


Título: Dear Duds.
Autor: Anis* (Ana Ventura)
Categoria: História Nova; Conto&Crônica
Advertências: Carta em inglês.
Classificação: PG (Levíssima referência à sexo)
Capítulos: Um
Completa: [x]Sim [ ] Não
Resumo: Uma carta. Que nunca foi entregue.



I miss the hugging, and I miss the kissing, although I don’t want the kissing anymore.
I miss talking to you, and I miss going out with you - actually having time to go out with you.
I miss looking at you, at your face, your eyes. Feeling your scent, the texture of your skin.
I miss the friend you have always been. And geez, how I miss opening up with you, and making plans for the future, or just talking 'bout sex and love and boys and girls... And languages, cultures, places...

how I miss seeing your face by the web, and your smile when you're glad. The one you used to give me when wanted something more, even the ones you gave when you were sad. I miss the chills going down my spine, like the day you touched my face and kissed me in the lips for the first time.

I miss the connection we used to have and yet I miss the freedom we had;
and I miss the friend I know I'll never find in anybody else.
Miss you, D. Love,

A

Polaróides Urbanas: A terça-feira padrão de um ano.


Título: Polaróides Urbanas: A terça-feira padrão de um ano.
Autor:  Anis* (Ana Ventura)
Beta:  Anis*
Data de criação:  11/03/2008 

Categoria:  [Projeto Pessoal do Wateru, mas que eu resolvi fazer igual ] Minha História, Minhas Histórias, Contos&Crônicas  Advertências: Insinuações. MUITAS. :va: 
Classificação:  R
Capítulos:  Um
Completa:  [x] Yes [ ] No
Resumo:  Como pode uma simples sessão de cinema mudar o rumo de uma pessoa por um ano inteiro.

Nota: Eu e minha mania de recontar as coisas. Qualquer semelhança com a vida real não é mera coincidência. :catnail:




Quando chegou, olhou-a de cima a baixo e apreciou a vista. Abriu um discreto sorriso. Foram ao cinema. O filme? Polaróides Urbanas. A ultima fileira estava totalmente vazia. A sessão, aliás, só tinha 10 pessoas. Sentou ao lado dela, o braço da poltrona levantado, poucas palavras, olhos nos olhos. Se conhecem a tempo suficiente para já terem ficado algumas vezes. Ela já quis em diversas ocasiões. Ele 'tem medo de machucar o coraçãozinho dela'. Coitadinho... Mal sabia ele. Um olhar, um carinho. Um chamego e uma vontade. Um impulso. Um beijo. Carinhos mais ousados e um gemido. O ritmo se altera para algo mais intenso. Ele não pôde se aguentar, puxou-a para mais próximo de si. Mãos iam e vinham... Perguntas sussurradas ao pé do ouvido. Uma pausa, apenas para respirar. Dois sorrisos.
Beijou-o como queria que ele a beijasse e ele correspondeu a altura. Sentiu as mãos percorrerem seu corpo. Pernas, joelhos, coxas e subindo cada vez mais. Por onde passavam deixavam um rastro de fogo. Foi puxada para mais perto dele e deixou-se levar pelo momento e sentimentos presentes.

Eterno


Título: Eterno
Autor:  Anis* (Ana Ventura)
Data de criação: Dezembro/07 ~ Janeiro/08
Categoria: [Projeto Pessoal do Wateru, mas que eu resolvi fazer igual ] Minha História, Minhas Histórias, Contos&Crônicas
Advertências: -X-
Classificação: PG
Capítulos:  Um
Completa:  [x] Yes [ ] No
Resumo:  Depois de uma noite sem dormir, às vezes a gente chega a conclusões…
Nota: Eu e minha mania de recontar as coisas. Qualquer semelhança com a vida real não é mera coincidência. :catnail:



Naquela noite, ela não dormira. Não, passara a noite pensando em como faria para se livrar daquela impressão. Mais que qualquer outra coisa, ela desejava estar com aquele rapaz, no entanto ele tinha a impressão que ela fosse uma qualquer.

Passaram horas e ela não chegou a conclusão nenhuma. Dormiu. Sonhou. Sonhou com o dia em que o conhecera. Não, este não foi o dia em que o vira pela primeira vez, mas sim quando sentiu os dedos a acariciar-lhe o rosto e os lábios de encontro aos teus. Ali soube que não havia volta. Ali soube que estava perdida e desejou se perder de vez.

Ali. Intenso. Momentâneo. Eterno...

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

A Falta


Sampa, 22 de março de 2010.        17h45min


Alguns meses que não passo por aqui... Porque?
Porque no campo sentimental não tive nenhuma crise que tenha me atormentado por mais de uma semana.

Então, o que te trouxe de volta?
Problemas, ora essa!
Mas... problemas seus? Não diretamente.
Seguinte, personas, um amigo está com problemas. Quais são, no momento, não vem ao caso. E tais problemas trazem consequências não muito agradáveis. Ele sente saudade, muita, e não consegue colocar pra fora tanto sentimento. Não tem a menor vontade de escrever sobre o assunto, e não consegue nem chorar pra externar a tristeza.
Tá, já entendi, mas porque você resolveu escrever sobre isso?
Fácil, eu resolvi escrever um pouco com base no que ele tá passando.



Saudade? É, é um negócio complicado pra caraaaamba. A gente sente saudade mesmo do lado da pessoa, sente saudade de pessoas que a gente vê todos os dias, que a gente conversa todos os dias mas quase nunca viu. A gente sente falta até de quem a gente não conheceu pessoalmente ainda. E sentir falta tem seu lado bom, e tem seu lado ruim.
O lado bom: Ah, a gente só sente falta, só sente saudade daqueles de quem a gente realemente gosta. É uma delícia olhar por esse lado, porque é a prova que a gente realmente se importa com a presença ou ausência de alguém, que a pessoa realmente faz diferença na nossa vida.  Mas como tudo, sempre tem o lado ruim. Sentir saudade, sentir falta.... Sempre parece que falta um pedaço nosso, lá no fundo da gente, e se sentir isso por alguns minutos é triste, quando se transformam em dias, semanas, às vezes meses, parece que a nossa vontade de seguir em frente vai se esvaindo...
E não tem nenhum problema em sentir essa falta toda, mas faz muita diferença você sentir saudades e se afogar nas saudades. Você sente falta sim, mas você exterioriza isso de alguma forma, seja escrevendo, seja desenhando ou cantando, seja da forma que for, assim fica muito mais simples lidar com esse sentimento tão intenso. Mas se você se deixa engolir pela saudade, a cada dia que passa ela vai aumentar, e vai ficar mais e mais complicado de acabar com ela. Seu humor não vai ser dos melhores, e todos ao seu redor vão perceber que você não está bem, mesmo que você não queira dizer porque.
Então, meu querido amigo, seja da forma que for, mande essa saudade pra fora. Ficar guardando isso não vai te fazer bem, e eu não quero te ver mal. E lembre-se: Quem canta seus males espanta.
Beijos a todos.(?)
×Anis*